Quando a pele do rosto perde firmeza, nem sempre a resposta é o bisturi. Existem recursos que atuam sobre a sustentação e sobre o colágeno — e a escolha entre eles depende do que está acontecendo na sua pele.
“Lifting sem cirurgia” não é o nome de um aparelho nem de uma técnica. É a forma como se chama um conjunto de recursos que buscam melhorar a sustentação do rosto sem incisão e sem tempo de recuperação cirúrgico.
Isso importa porque muda a pergunta. A questão não é “qual aparelho é o melhor”, e sim “o que está causando a flacidez no seu caso”. A pele pode ter perdido firmeza por queda de colágeno, por perda de volume, por frouxidão dos tecidos de sustentação — ou por uma combinação disso. Cada origem responde melhor a um recurso diferente, e há casos em que o resultado possível sem cirurgia é limitado. Isso também precisa ser dito.
Os recursos abaixo atuam em camadas e por mecanismos diferentes. Não são concorrentes — são ferramentas para problemas distintos, e frequentemente são combinados. A indicação é individual e se define na avaliação médica.
Entrega energia de ultrassom em camadas profundas da pele, gerando um estímulo térmico controlado que pode levar à contração e à formação de colágeno ao longo dos meses seguintes. A resposta costuma ser progressiva, não imediata — e depende do grau de flacidez e da resposta individual. A Dra. Renata trabalha com o Linear Z, um aparelho de HIFU registrado na Anvisa.
Não preenchem: estimulam a própria pele a produzir colágeno. O efeito tende a aparecer de forma gradual, ao longo de semanas a meses, e varia conforme a idade, a qualidade da pele e a resposta individual de cada organismo.
Atuam por sustentação e por estímulo local de colágeno. Costumam ser considerados em casos de frouxidão de tecido, e têm indicações e contraindicações próprias — não são para todo mundo.
Repõe volume onde ele foi perdido. Parte do que se lê como “rosto caído” é, na verdade, perda de volume — e nesse caso firmar a pele não resolve; devolver estrutura, sim.
Nenhum desses recursos é indicado sem exame. A consulta de avaliação existe para responder o que nenhum site pode responder por você:
O que exatamente incomoda — e onde. “Rosto caindo” pode significar coisas muito diferentes em pessoas diferentes.
Qual a origem provável: colágeno, volume, sustentação, ou mais de uma.
Se você é candidata àquele recurso — e se não for, o que é possível no lugar.
O que se pode esperar em termos de tempo de resposta, número de sessões e manutenção.
Quais são as contraindicações e as possíveis complicações do que for indicado.
Os resultados de qualquer um desses recursos variam conforme a pele, a idade, o grau de flacidez, a indicação e a adesão ao tratamento. Não existe procedimento estético com resultado garantido, e desconfie de quem garantir.
Existem também casos em que a flacidez está além do que os recursos não cirúrgicos alcançam. Quando for esse o caso, o correto é dizer — e não vender uma sessão que não vai entregar o que a paciente espera.
A avaliação é uma consulta médica com a Dra. Renata Mattia, em Londrina. É nela que se define o que faz sentido para o seu caso — e o que não faz.
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