A linha da mandíbula é o que separa o rosto do pescoço. Quando ela se apaga, o rosto perde definição — e a papada aparece mesmo sem gordura nenhuma.
Um contorno mandibular definido é o que dá ao rosto a leitura de firmeza. Ele funciona como moldura: separa, delimita, organiza. Quando essa linha se perde, o olhar de quem vê não encontra onde o rosto termina.
A perda de definição pode vir de flacidez, de perda de volume ósseo e de gordura profunda, de acúmulo de gordura submentual, ou de uma combinação. Duas pacientes com a mesma queixa podem precisar de condutas opostas — uma precisa de estrutura, a outra precisa de firmeza.
A escolha depende do que a avaliação encontrar. Nenhum é indicado sem consulta.
Quando a questão é falta de projeção — mandíbula pouco marcada, queixo curto — devolver estrutura pode redesenhar a linha sem tocar na pele.
Quando há flacidez associada, o estímulo térmico em camadas profundas pode contribuir para a firmeza da região ao longo dos meses. A Dra. Renata trabalha com o Linear Z, um HIFU registrado na Anvisa.
Atuam sobre a qualidade e a firmeza da pele da região, de forma gradual.
Podem ser considerados para reposicionamento, conforme indicação.
Contorno mandibular virou sinônimo de rosto anguloso nas redes. Não é isso. O objetivo é devolver a linha que existia, respeitando a proporção e a identidade do rosto — não construir um rosto que nunca foi seu.
Os resultados variam conforme a estrutura óssea, o grau de flacidez, a idade e a resposta individual. E há casos em que a indicação correta é não fazer.
A consulta com a Dra. Renata Mattia, em Londrina, define o que faz sentido no seu caso — e o que não faz.
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