A firmeza se perde em várias camadas ao mesmo tempo. Identificar quais estão mais comprometidas é o que define o tratamento certo.
Com o envelhecimento, diferentes estruturas da face sofrem alterações ao mesmo tempo. Pele, gordura, ligamentos e músculos envelhecem em velocidades diferentes, tornando a perda de firmeza um processo complexo.
Identificar quais camadas estão mais comprometidas é fundamental para indicar o tratamento mais adequado.
A flacidez raramente tem uma única causa. Reconhecer quais fatores, e em que proporção, estão presentes é o trabalho da avaliação.
A pele perde colágeno, elastina e elasticidade ao longo do tempo, tornando-se mais fina e menos firme. Esse processo favorece o aparecimento de rugas finas, excesso de pele e uma aparência mais envelhecida.
Os ligamentos, ossos, músculos e estruturas que sustentam a face tornam-se menos eficientes com o envelhecimento. Como consequência, ocorre um deslocamento gradual dos tecidos, favorecendo o aspecto de rosto caído e a perda do contorno facial.
A redução da gordura facial e a reabsorção óssea modificam o suporte natural da face. Mesmo sem excesso de pele, essas alterações podem intensificar a flacidez e deixar os contornos menos definidos.
Na maioria dos pacientes, a flacidez resulta da combinação entre perda de colágeno, redução do suporte dos tecidos e perda de volume. Por isso, raramente um único tratamento é suficiente para tratar todas as camadas do envelhecimento.
A estratégia depende da principal alteração identificada durante a avaliação médica.
Os tratamentos sem cirurgia atuam bem na flacidez leve a moderada. Em graus mais avançados, o que se obtém pode ficar aquém do que a paciente espera, e isso se diz na avaliação. Os resultados variam conforme o tipo de pele, o grau de flacidez e a resposta de cada um. A indicação é sempre definida na avaliação médica.
A consulta com a Dra. Renata Mattia, em Londrina, identifica a origem da sua flacidez e define o que faz sentido para o seu caso.