A pele do rosto perde firmeza por mais de um motivo — e não são todos iguais. Entender qual deles está agindo na sua pele é o que separa um plano que funciona de uma sessão desperdiçada.
A partir de certa idade, a pele produz menos colágeno e elastina, as estruturas de sustentação afrouxam e a gordura profunda do rosto se redistribui. As três coisas acontecem ao mesmo tempo — mas em proporções diferentes em cada pessoa.
É por isso que “rosto caindo” pode significar coisas distintas. Em algumas pacientes, o que chama atenção é a pele que sobra. Em outras, é o volume que sumiu e deixou a estrutura sem apoio. Em outras, é a linha da mandíbula que se apagou. O tratamento certo depende de qual dessas histórias é a sua.
Nenhum deles é indicado sem avaliação. Eles atuam em camadas diferentes e costumam ser combinados. A indicação é individual.
Estímulo térmico controlado em camadas profundas, que pode levar à contração e à formação de colágeno ao longo dos meses. A Dra. Renata trabalha com o Linear Z, um HIFU registrado na Anvisa. Resposta progressiva, não imediata.
Não preenchem: estimulam a pele a produzir o próprio colágeno. Efeito gradual, ao longo de semanas a meses, variável conforme a idade e a resposta individual.
Atuam por sustentação mecânica e estímulo local de colágeno. Têm indicações e contraindicações próprias — não são para todo caso de flacidez.
Parte do que se lê como flacidez é perda de volume. Nesses casos, firmar a pele não resolve — devolver estrutura, sim.
Os resultados variam conforme o grau de flacidez, a idade, a qualidade da pele e a adesão ao tratamento. Recursos não cirúrgicos atuam melhor em flacidez leve a moderada. Em graus mais avançados, o que se obtém sem cirurgia pode ficar aquém do que a paciente espera — e isso se diz na avaliação, não depois.
A consulta com a Dra. Renata Mattia, em Londrina, é onde se identifica a origem da flacidez — e o que faz sentido no seu caso.
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